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sábado, 13 de outubro de 2012

Julgamento de exceção, em Estado Democrático?


Mais um texto do sociólogo e jornalista Juremir Machado da Silva, dessa vez sobre o julgamento sem provas e balizado pelas notas, colunas e capas do "imprensalão":
 A teoria do domínio do fato explicada às crianças
Postado por Juremir Machado da Silva.
É uma tese alemã dos anos 1930 requentada nos anos 1960 para pegar nazistas. Faz sentido logicamente. É tão lógica que se torna hiperlógica: um real mais real que o real. Transforma o verossímil em necessariamente verdadeiro. Dá a ilações e conjecturas, com forte evidência, valor de verdade. Diz que há um ser sem o qual o fato não poderia acontecer. Logo esse ser não pode não saber do fato. É o mecanismo que aciona a descarga.
Permite, em certas situações, condenar tubarões e não só bagrinhos.
No futuro, poderá ser usada para condenar lambaris.
No caso do julgamento do mensalão, está sendo usada por convenência.
 Como a população e a mídia exigem condenação, era necessária uma teoria para justificá-la.
Como todo mundo acha, inclusive eu, que os réus cometeram os ilícitos, estamos dispostos a aceitar a aplicação dessa teoria por mais que, aos olhos atentos de alguns hermeneutas, ela pareça quase um estelionato jurídico e intelectual. Amplia o campo da autoria e diminui o campo da prova material. Contraria o artigo 13 do Código Penal brasileiro.
Atende, por um lado, ao interesse ideológico de alguns, aqueles que odeiam o PT por considerá-lo, na origem, comunista, por sua arrogância passada, por seu moralismo pregresso e, em certos casos, por suas reformas presentes. E por seu assistencialismo não digerido por certos setores.
Poderá ser recusada pelos mesmos quando os réus forem dos seus campos ideológicos.
Quem é capaz de duvidar que os réus cometaram os delitos? Só um marciano ingênuo.
São ações típicas de certa visão de causa, de malandragem pela causa, de atuação clandestina pela causa, misturando causa e interesse pessoal.
 Essa teoria, porém, dificilmente será aplicada a tribunais inferiores no futuro.
 Cria insegurança jurídica.
Se quero condenar alguém, recorro a ela. Se quero absolver, deixo-a de lado.
Ao usá-la, atendendo ao clamor popular e à mídia, Joaquim Barbosa se consagra. E
le tem certeza e informações, que nem sempre pode provar, de que os réus são culpados.
Ao negá-la, Ricardo Lewandowski se compromete. Ele sabe que os réus são culpados, mas se recusa a condenar aqueles em relação aos quais faltam provas.
Barbosa tem sido brilhante na sustentação do seu ponto de vista. Intelectual e juridicamente falando, porém, Lewandowski tem sido muito mais sólido. Erra por estar julgando contra evidências, não convertidas em provas, e contra o ar do tempo. Representa um paradigma. Posiciona-se contra o imaginário dominante. A batalha da opinião pública já foi vencida pela teoria do domínio do fato.
Quem julga a favor da opinião dominante é honesto e neutro.
Quem julga contra o faz por algum interesse escuso. Fica sob suspeita.
O julgamento do mensalão é um tecido de contradições
. Colocou a carreta na frente dos bois.
Julgou primeiro o crime cometido depois. Deveria ter começado pelo mensalão mineiro. Terá de aplicar a ele a mesma teoria.
Cada vez mais, contudo, parece que os ministros estão julgando mesmo de acordo com suas consciências. Ponto para o STF. Complexidade é isso: um feixe de relações antagônicas e complementares.
O maior pecado da teoria do domínio do fato é dar mais poder ao Estado em detrimento das garantias individuais. Desobriga o Estado de apresentar a boa e velha prova material para condenar alguém. Permite que o Estado condene com base em evidências.
É mais uma expressão do cobertor curto: tapa a cabeça, destapa os pés.
Satisfaz, no momento, os espíritos mais toscos, aqueles que se contentam com a espuma dos fatos. Satisfaz também os espíritos mais saturados: aqueles que se cansaram de formalismos que livram poderosos.
A teoria do domínio do fato serve, no momento, aos cansados de desonestidade.
E à direita desejosa de pegar seus inimigos não só pelos seus erros, mas também por seus acertos.
Há uma saída: investigações caprichadas, provas robustas, julgamentos não misturados com eleições, etc.
O resto é pujadismo (google já!)
 VIA: http://naoestaavenda.blogspot.com.br/2012/10/julgamento-de-excecao-em-estado.html

A carta da dupla de “comportamento suspeito”


publicado em 13 de outubro de 2012 às 13:51
 Brasília, 11 de outubro de 2012,
 da Monica Bergamo, via Stanley Burburinho
 Nós, Carlos Frederico Bastos Peres da Silva e Fabrício Araújo Prado, viemos registrar nossa indignação com o tratamento que recebemos da equipe de segurança do Supremo Tribunal Federal. O Senhor Carlos Frederico dirigiu-se, por volta das 14 horas do dia 10 de outubro, ao Supremo Tribunal Federal, a fim de assistir à eleição dos novos Presidente e Vice-Presidente da Egrégia Corte. Ao chegar ao Tribunal, passou pelo detector de metais, sem que houvesse nenhuma anormalidade, e seguiu em direção à mesa de identificação e registro do público, a qual dá acesso ao salão plenário. Ao entregar sua identidade funcional de diplomata, foi informado, pela atendente, de que havia um problema no sistema eletrônico de identificação. Ato contínuo, um segurança aproximou-se e reiterou que o sistema de registro havia sofrido pane, razão pela qual não seria possível autorizar a entrada do Senhor Carlos Frederico à plenária. Causou estranheza que ele tenha sido o único visitante a ser afetado pela pane, uma vez que diversas outras pessoas, brasileiras e estrangeiras, entraram no salão sem empecilho algum. Diante da demora em ver o problema resolvido, o Senhor Carlos Frederico reiterou a pergunta ao segurança sobre o que estava acontecendo. O segurança repetiu o argumento da pane do sistema e conduziu o Senhor Carlos Frederico até a saída do STF, pedindo que ele aguardasse lá enquanto o problema estava sendo resolvido.
 Por volta das 14:10 horas, o Senhor Fabrício Prado chegou ao STF para encontrar-se com o Senhor Carlos Frederico (ambos diplomatas e colegas de trabalho). Ao ver seu colega do lado de fora, o Senhor Fabrício Prado perguntou a um segurança que se encontrava na entrada se haveria algum problema. O mesmo segurança esclareceu que a situação já estaria sendo resolvida e que o Senhor Fabrício Prado poderia passar pelo detector de metais e proceder à identificação. Assim o fez. Ao chegar à mesa de identificação, foi comunicado pela atendente que, também no seu caso, havia um problema no sistema. Logo depois, o Senhor Carlos Frederico foi novamente conduzido por outro segurança (não o senhor Juraci) à mesa de registro e lá se juntou ao Senhor Fabrício, enquanto aguardavam pela solução da “pane”. Passado algum tempo, durante o qual outras pessoas se identificaram e entraram no salão plenário, o segurança Juraci fez ligação telefônica e informou que a entrada havia sido autorizada. Questionado sobre a razão do problema, mencionou “razões internas de segurança”. Já dentro da plenária, tivemos a oportunidade de conversar com o chefe da segurança, salvo engano, chamado Cadra. Ele explicou que as restrições à entrada remontavam à nossa primeira visita ao salão plenário ao Supremo Tribunal Federal, no dia 3 de outubro. Não entrou em maiores detalhes, mas disse que teríamos demonstrado comportamento suspeito naquela ocasião. No dia 3 de outubro, chegamos juntos ao STF, de ônibus, e passamos por três controles de segurança do STF, a saber: o externo, localizado na Praça dos Três Poderes (a cerca de 10 a 20 metros de distância do ponto de ônibus); o de metais, na entrada do Palácio do STF; e o interno, na mesa de identificação e registro do público geral. Assistimos a parte da sessão de julgamento da Ação Penal 470 e saímos separados. Ao final da eleição do dia 10 de outubro, deixamos o STF e retornamos ao Ministério das Relações Exteriores. Inconformados com o tratamento constrangedor e sem entender o fundamento da alegação de “comportamento suspeito”, retornamos ao STF, por volta das 16:45 horas, em busca de esclarecimentos. Fomos, então, recebidos pelo Secretário de Segurança Institucional do STF, o senhor José Fernando Nunez Martinez, em seu gabinete. Este último esclareceu que estava ciente de nosso caso desde a primeira visita ao STF, no dia 3 de outubro, ocasião na qual teríamos sido classificados como “dupla de comportamento suspeito”. No dia 3 de outubro, a “suspeição” teria sido registrada em nossos cadastros pessoais do sistema de segurança da Corte, disse o Senhor Martinez. Esclareceu que, ao retirar o Senhor Carlos Frederico das dependências do STF, o Senhor Juraci teria desobedecido a suas ordem diretas, as quais determinariam que ninguém poderia ser retirado daquelas dependências sem aval da chefia de segurança. O Senhor Martinez afirmou, ainda, que o assunto deveria ter sido conduzido de outra maneira. Disse, literalmente, que a equipe de segurança teria visto “fantasmas”, os quais teriam crescido ao longo do tempo e provocado o incidente do dia 10 de outubro. Não satisfeitos com a explicação oferecida pelo Secretário de Segurança, perguntamos qual teria sido o “comportamento suspeito” de nossa parte. Após ressalvar que esse é um julgamento subjetivo dos agentes de segurança e que não teria sido ele próprio a formar esse juízo, enumerou os supostos motivos que lhe foram relatados pela equipe de segurança:
 1 — Que nós teríamos aparência “muito jovem” para ser diplomatas. Registre-se, aqui, que o Senhor Carlos Frederico tem 45 anos e que o senhor Fabrício Prado tem 31 anos de idade, como atestam as carteiras de identidade emitidas pelo Ministério das Relações Exteriores, apresentadas à mesa de identificação já no dia 3 de outubro;
 2 — Que os seguranças suspeitaram da veracidade dos documentos de identidade apresentados;
 3 — Que, na saída da sessão do dia 3 de outubro, as suspeitas teriam sido reforçadas por termos, supostamente, saído “juntos” do STF, “com o passo acelerado”, comportamento interpretado como tentativa de despistar os seguranças que nos seguiam. Cumpre esclarecer que, no dia 3 de outubro, deixamos o STF em momentos distintos, o que não condiz com o relato que, segundo o Secretário de Segurança, lhe teria sido feito por sua equipe. Além disso, nunca nos demos conta de que estávamos sendo seguidos nem apressamos passo algum.
Todas estas revelações nos causaram desconforto ainda maior com relação aos incidentes. Perguntado se o incidente teria relação com o fato de sermos afrodescendentes, negou veementemente que o comportamento da equipe de segurança tivesse tais motivações. Também pediu desculpas em nome de sua equipe pela sucessão de incidentes. Diante da gravidade dos fatos relatados, manifestamos nossa indignação com os injustificados constrangimentos aos quais fomos submetidos, a saber: registro no cadastro de entrada como “suspeitos”; remoção temporária do Senhor Carlos Frederico das dependências do STF; obstruções a nossa entrada na plenária; e perseguição por seguranças após nossa saída do STF.
 Sentimos-nos discriminados pelo tratamento recebido — e no caso do Senhor Carlos Frederico, profundamente humilhado por ter sido retirado do STF no dia 10 de outubro. Dada a natureza “kafkiana” dos incidentes, as explicações insuficientes e desprovidas de qualquer lógica razoável prestadas pela Secretaria de Segurança Institucional não nos satisfazem, razão pela qual não nos furtaremos a adotar as medidas cabíveis para fazer valer nossos direitos. Não poderíamos deixar de expressar nossa tristeza com o fato de termos sido submetidos a tal constrangimento na data da eleição do primeiro negro a assumir a Presidência do Supremo Tribunal Federal, pelo qual temos profundo respeito e admiração.
 Atenciosamente, Carlos Frederico Peres Bastos da Silva Fabrício Araújo Prado
VIA: http://www.viomundo.com.br/denuncias/a-carta-da-dupla-de-comportamento-suspeito.html

Contratos do Estado de SP com OSSs são anulados


Por Martinho
 Da Folha
 Justiça de SP anula contratos do Estado na saúde A Justiça do Trabalho decretou a nulidade de todos os contratos entre a Secretaria de Estado da Saúde e OSs (Organizações Sociais da Saúde) por supostas irregularidades trabalhistas. A decisão exige a troca imediata de funcionários terceirizados por servidores concursados nos 37 hospitais e em outras 44 unidades de saúde administradas por essas entidades em todo o Estado de São Paulo. A decisão é da juíza Carla Malimpenso de Oliveira El Kutby, que atua na 3ª Vara do Trabalho. O pedido foi feito pelo Ministério Público do Trabalho, em ação impetrada em 2010. Pelos contratos, o Estado repassa dinheiro às entidades, que por sua vez contratam profissionais da saúde para atuarem em unidades que atendem pelo SUS (Sistema Único de Saúde). As OSSs gerenciam as unidades, mas é o Estado quem continua responsável por serviços essenciais, como compra de remédios e manutenção dos prédios. CLT O Ministério Público do Trabalho defende que, ao contratar OSSs, o Estado descumpre a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). A juíza acata esse entendimento: considera que esses trabalhadores terceirizados são, na prática, empregados do Estado. Por isso, deveriam ser concursados ou contratados diretamente pela Secretaria de Estado da Saúde. “O trabalho desenvolvido com pessoalidade e onerosidade por longo tempo caracteriza subordinação, elemento que qualifica a relação de emprego”, afirma a magistrada. O presidente do SindSaúde (sindicato dos trabalhadores públicos da saúde no Estado), Benedito de Oliveira, concorda com a decisão da Justiça. Na opinião dele, a situação dos contratados por OSSs é irregular. “O Estado tem de contratá-los”, afirma.
VIA: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/contratos-do-estado-de-sp-com-osss-sao-anulados

sábado, 22 de setembro de 2012

STF decide que município não pode ter terceirizados na saúde

Os 9.500 profissionais da área de saúde terceirizados e que trabalham em clínicas da família, UPAs e hospitais municipais, poderão ter que deixar seus postos em breve. Na última quarta-feira, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou, por unanimidade, um recurso do município contra ação movida pelo Sindicato dos Médicos que exige o fim da terceirização na saúde. A prefeitura já havia sido derrotada outras duas vezes. A Segunda Turma acompanhou o voto de Cezar Peluso, dado em agosto, antes de o ministro se aposentar. Ele concordou com decisão anterior, que dizia que “os cargos inerentes aos serviços de saúde, prestados dentro de órgãos públicos, por ter a característica de permanência e de caráter previsível, devem ser atribuídos a servidores admitidos por concurso público”. O presidente do Sindicato dos Médicos, Jorge Darze, comemorou ontem a decisão. Segundo ele, é um absurdo que a administração municipal, em vez de contratar médicos, enfermeiros e auxiliares de enfermagem, prefira fazer contratos temporários. - A prefeitura vai ter que repensar toda a sua lógica de contratações. A decisão do STF não impede que as Organizações Sociais continuem gerindo clínicas de família e UPAs. Mas elas terão que ter nos locais médicos e outros profissionais aprovados através de concurso público. Não poderão ter funcionários terceirizados – diz Darze. Segundo ele, o município tem atualmente 25 mil profissionais da área de saúde concursados e cerca de 9.500 terceirizados. - É urgente que a Secretaria municipal de Saúde faça logo um concurso público. Os médicos terceirizados devem poder permanecer por mais seis meses, até que a situação toda seja regularizada – estimou Darze. O Sindicato dos Médicos entrou com a ação no governo Cesar Maia, antes de as Organizações Sociais administrarem unidades de saúde. A prefeitura perdeu em 2005, entrou com recurso e foi novamente rejeitado em 2009. Após a decisão do STF, o município ainda tem direito ao recurso de revista, que não julga o mérito da ação. Procurados, assessores de comunicação da Secretaria municipal de Saúde não foram localizados. VIA: http://blogsaudebrasil.com.br/2012/09/22/stf-decide-que-municipio-nao-pode-ter-terceirizados-na-saude/

terça-feira, 18 de setembro de 2012

ESCÂNDALO, dcts comprovam que TUCANO montou FARSA na AP 470


1ET
Para se entender a gravidade dos fatos que iremos apresentar faz-se imperioso ter pleno conhecimento da cronologia de tramitação do processo no STF.
LER COM MUITA ATENÇÃO AS INFORMAÇÕES EM DESTAQUE AO LADO ESQUERDO DA TELA É FUNDAMENTAL

Talvez seja interessante informar que a atual empresa onde trabalha o “tucano” tem entre seus clientes: Editora Globo e SKY.
Eis aqui a empresa em que trabalhava o “tucano” e que mereceu do então presi do STF uma gentileza muito especial, mas que NÃO auxiliou em nada o trabalho da PF, muito ao contrário.
O “tucano” nesta foto é recebido na redação de uma revista semanal que também nos faz lembrar de um empresário que já foi caracterizado de Gênio financeiro pelo FHC, vcs sabem que é ? se não sabem o PHA irá informar, tenham certeza.
Merece destaque o currículo do “tucano”, pois as empresas nas quais ele atuou, nos faz “lembrar” de algun(s) TUCANO(S) de alta plumagem lá do Ceará, é um que tem jatinho pq pode.
Finalmente, informamos que já fizemos referência a este “tucano” em nossa postagem do dia 09/09 de título A MENTIRA TEM PERNAS CURTAS, vale ler novamente.
Observem bem a data em que foi escrita a carta MENTIROSA do “tucano” e dirigida aos peritos da PF, foi em 02 de fevereiro de 2006, período em que os advogados NÃO TINHA ACESSO a nenhum documento.
E esta carta MENTIROSA do “tucano” ditou, influenciou e/ou MOLDOU todos os pareceres, perícias e fundamentalmente a própria “denúncia” da PGR/MPF, bem como a argumentação do relator Joaquim Barbosa que por sua vez “convenceu” o plenário do STF.
NINGUÉM, repetimos, absolutamente ninguém, nem o PGR/MPF e nem o relator,  se deram ao trabalho de observar a regra básica de uma relação de mercado, o respeito ao CONTRATO.
Pois é, existia um CONTRATO que normatizava a relação da VISANET com seus sócios, os diversos bancos, sendo o maior acionista da VISANET o Bradesco.
LEIAM A SEGUIR o que disse o “tucano” MENTIROSO e o que estabelece o CONTRATO, no caso denominado de REGULAMENTO DE CONSTITUIÇÃO E USO DO FUNDO DE INCENTIVO VISANET:
Vocês acham que o “tucano” já identificado, que mereceu gentileza do então presi do STF, que foi convincente para o PGR/MPF, Antonio Fernando, autor da “denúncia”, não fez mais nada … enganaram-se, leiam abaixo o relatório que empresa KETCHUM BRASILIA enviou a ele em pleno trabalho final da CPI dos Correios e que foi apreendido pela PF em busca e apreensão.
Antes, vale registrar uma das especialidades da empresa KETCHUM BRASILIA:
Prevenção e Administração de Crises
A preparação prévia de um plano permite observar indícios e antecipar crises, assumir o controle de ocorrências e administrar a emergência de maneira favorável. A abordagem da Ketchum Estratégia em relação ao gerenciamento de crises tem um foco muito grande na prevenção. A área de crises da agência atua no estudo de potenciais riscos, na preparação de plano de prevenção, na montagem e no treinamento de comitê de crises dentro das empresas, em workshops com simulação de crises e até no gerenciamento, propriamente dito, de uma crise, quando ela se instala. Para isso, a Ketchum Estratégia conta com o Golden Team, uma equipe preparada e treinada para atender qualquer tipo de crise e emergência, de clientes internos e externos, e que pode ser acionada a qualquer momento ou local, 24 horas por dia, sete dias por semana.

domingo, 16 de setembro de 2012

Cuba: referente mundial en rehabilitación cardiovascular


Publicado por Orestes Eugellés Mena
 El Programa Nacional de Rehabilitación de Enfermedades Cardiovasculares en Cuba figura mundialmente entre los más homogéneos y eficientes, en particular en América Latina y el Caribe, aseveró un experto en esta capital. En exclusiva a la AIN el Doctor en Ciencias Eduardo Rivas, director del Centro de Rehabilitación del Instituto de Cardiología y Cirugía Cardiovascular, destacó que en la Isla existen entidades desde el nivel primario, en policlínicos, áreas terapéuticas y círculos de abuelos, donde participan especialistas de cultura física junto con el personal médico.
 El presidente de la Sociedad Cubana de Cardiología precisó que se atienden a los pacientes con diferentes formas de cardiopatías isquémicas, después del infarto cardiaco agudo, de la cirugía de las arterias coronarias, angina de pecho, angioplastia o dilatación de las arterias coronarias. Incluye a personas con afectación de las válvulas cardiacas, hipertensión arterial y otras insuficiencias, enfatizó.
 El hecho de que la atención médica en Cuba sea gratuita, incluido la rehabilitación cardiaca, propicia que los pacientes puedan incorporarse a los servicios de recuperación por un largo tiempo, acotó Rivas. Está comprobado que la rehabilitación incrementa la calidad y cantidad de años de vida, y contribuye a una rápida reincorporación al trabajo, lo cual supera con creces desde el punto de vista económico las inversiones que se realizan para establecer y desarrollar estos programas, dijo.
 En este Instituto se rehabilitan más de 20 mil pacientes anualmente, y de acuerdo con las últimas estadísticas más del 60 por ciento de todos los que padecen de afecciones cardiovasculares agudas se incorporan a programas homogéneos de elevado nivel científico en la nación.
 Ello ubica a Cuba en un lugar de honor, pues no todos los países del primer mundo muestran cifras que superen a las nuestras, remarcó el experto. Estadísticas confirman que en los últimos años en la Isla hay una detención del incremento de la morbimortalidad por enfermedades cardiovasculares, con el consiguiente aumento de la expectativa de vida de casi 78 años de edad.
 No obstante, los especialistas insisten en la importancia de la prevención basada en los hábitos sanos de vida y una alimentación adecuada. Con la disminución de la obesidad y la práctica de ejercicios físicos se puede prevenir esta tendencia, así como regular la hipertensión arterial que aumenta el riesgo de tener trastornos en las arterias coronarias, en particular en la medida que se envejece. (Tomado de Cubasi)
FONTE: http://sindicalisimo.blogcip.cu/2012/09/07/cuba-referente-mundial-en-rehabilitacion-cardiovascular/

Encontro Unitario lança declaração histórica em defesa da Reforma Agrária


Entre os dias 20 e 22 de agosto, foi realizado em Brasília o Encontro Unitário dos Trabalhadores, Trabalhadoras e Povos do Campo, das Águas e das Florestas, que fortaleceu a articulação entre as principais entidades e movimentos do meio rural brasileiro. O Encontro remeteu ao I Congresso Nacional Camponês, organizado em 1961, quando as principais organizações políticas que atuavam no campo se reuniram em Belo Horizonte. Na avaliação de Neudicléia de Oliveira, da coordenação nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), o encontro teve a importância de identificar e definir com clareza quem é o inimigo comum – o agronegócio – e a estratégia de combatê-lo: pela unificação. Também Alexandre Conceição, da direção nacional do MST, ressalta que o mais importante do encontro unitário foi a identificação do agronegócio como inimigo comum entre todos os povos do campo. “Isso porque o agronegócio, representado pelas grandes transnacionais, avançam impiedosamente sobre nossos recursos naturais e, portanto, atingem a todos, sem exceção. É um projeto, na sua essência, que produz desigualdades nas relações fundiárias e sociais no meio rural, aprofunda a dependência externa e realiza uma exploração ultrapredatória da natureza”. Com a definição do alvo a ser combatido, “as diferentes forças, cada qual com sua diversidade e demandas específicas, podem se unificar nas lutas, já que sabem que sua própria sobrevivência depende da derrota desse inimigo, já que seu avanço não tem limites e tampouco escrúpulos”, explica Conceição. Assim, a identidade na análise da conjuntura permitiu a unificação das lutas. Neudicléia ressalta a importância de cada movimento, a partir da especificidade de sua atuação, socializar e lutar em conjunto com outros movimentos. “Foi possível unificar também o pessoal das águas e florestas, tendo como inimigo comum o capital e colocando como central a luta de classes”. Para o próximo período, ressalta-se a necessidade de manter o diálogo para organizar novas ações e construir laços de unidade para além do campo, “com outros setores importantes na luta de classes, como o sindical”. A proposta é que a partir de agora essa unidade se concretize nas lutas e mobilizações localizadas, nos estados e municípios. Os esforços devem se dar “no sentido da articulação das pautas de lutas, buscando cada vez mais a naturalização da unidade da classe trabalhadora do campo”, afirma Conceição. “Além disso, a partir desse avanço, esses mesmos movimentos também têm o desafio de construir a luta com a classe trabalhadora da cidade, pois só assim conseguirão atingir a verdadeira emancipação da classe trabalhadora”. Leia abaixo a declaraçao final do Encontro Nacional Unitario dos Trabalhadores e Trabalhadoras e Povos do Campo, das Aguas e das Florestas. Por Terra, Território e Dignidade!
 Após séculos de opressão e resistência, “as massas camponesas oprimidas e exploradas”, numa demonstração de capacidade de articulação, unidade política e construção de uma proposta nacional, se reuniram no “I Congresso Nacional dos Lavradores e Trabalhadores Agrícolas sobre o caráter da reforma agrária”, no ano de 1961, em Belo Horizonte. Já nesse I Congresso os povos do campo, assumindo um papel de sujeitos políticos, apontavam a centralidade da terra como espaço de vida, de produção e identidade sociocultural. Essa unidade e força política levaram o governo de João Goulart a incorporar a reforma agrária como parte de suas reformas de base, contrariando os interesses das elites e transformando-se num dos elementos que levou ao golpe de 1964. Os governos golpistas perseguiram, torturaram, aprisionaram e assassinaram lideranças, mas não destruíram o sonho, nem as lutas camponesas por um pedaço de chão. Após décadas de resistência e denuncias da opressão, as mobilizações e lutas sociais criaram condições para a retomada e ampliação da organização camponesa, fazendo emergir uma diversidade de sujeitos e pautas. Junto com a luta pela reforma agrária, a luta pela terra e por território vem afirmando sujeitos como sem terra, quilombolas, indígenas, extrativistas, pescadores artesanais, quebradeiras, comunidades tradicionais, agricultores familiares, camponeses, trabalhadores e trabalhadoras rurais e demais povos do campo, das águas e das florestas. Neste processo de constituição de sujeitos políticos, afirmam-se as mulheres e a juventude na luta contra a cultura patriarcal, pela visibilidade e igualdade de direitos e dignidade no campo. Em nova demonstração de capacidade de articulação e unidade política, nós homens e mulheres de todas as idades, nos reunimos 51 anos depois, em Brasília, no Encontro Nacional Unitário de Trabalhadores e Trabalhadoras, Povos do Campo, das Águas e das Florestas, tendo como centralidade a luta de classes em torno da terra, atualmente expressa na luta por Reforma Agrária, Terra, Território e Dignidade. Nós estamos construindo a unidade em resposta aos desafios da desigualdade na distribuição da terra. Como nos anos 60, esta desigualdade se mantém inalterada, havendo um aprofundamento dos riscos econômicos, sociais, culturais e ambientais, em conseqüência da especialização primária da economia. A primeira década do Século XXI revela um projeto de remontagem da modernização conservadora da agricultura, iniciada pelos militares, interrompida nos anos noventa e retomada como projeto de expansão primária para o setor externo nos últimos doze anos, sob a denominação de agronegócio, que se configura como nosso inimigo comum. Este projeto, na sua essência, produz desigualdades nas relações fundiárias e sociais no meio rural, aprofunda a dependência externa e realiza uma exploração ultrapredatória da natureza. Seus protagonistas são o capital financeiro, as grandes cadeias de produção e comercialização de commodities de escala mundial, o latifúndio e o Estado brasileiro nas suas funções financiadora – inclusive destinando recursos públicos para grandes projetos e obras de infraestrutura – e (des)reguladora da terra.
 O projeto capitalista em curso no Brasil persegue a acumulação de capital especializado no setor primário, promovendo super-exploração agropecuária, hidroelétrica, mineral e petroleira. Esta super-exploração, em nome da necessidade de equilibrar as transações externas, serve aos interesses e domínio do capital estrangeiro no campo através das transnacionais do agro e hidronegócio.
 Este projeto provoca o esmagamento e a desterritorialização dos trabalhadores e trabalhadoras dos povos do campo, das águas e das florestas. Suas conseqüências sociais e ambientais são a não realização da reforma agrária, a não demarcação e reconhecimento de territórios indígenas e quilombolas, o aumento da violência, a violação dos territórios dos pescadores e povos da floresta, a fragilização da agricultura familiar e camponesa, a sujeição dos trabalhadores e consumidores a alimentos contaminados e ao convívio com a degradação ambiental. Há ainda conseqüências socioculturais como a masculinização e o envelhecimento do campo pela ausência de oportunidades para a juventude e as mulheres, resultando na não reprodução social do campesinato. Estas conseqüências foram agravadas pela ausência, falta de adequação ou caráter assistencialista e emergencial das políticas públicas.
Estas políticas contribuíram para o processo de desigualdade social entre o campo e a cidade, o esvaziamento do meio rural e o aumento da vulnerabilidade dos sujeitos do campo, das águas e das florestas.
Em vez de promover a igualdade e a dignidade, as políticas e ações do Estado, muitas vezes, retiram direitos e promovem a violência no campo. Mesmo gerando conflitos e sendo inimigo dos povos, o Estado brasileiro nas suas esferas do Executivo, Judiciário e Legislativo, historicamente vem investindo no fortalecimento do modelo de desenvolvimento concentrador, excludente e degradador. Apesar de todos os problemas gerados, os sucessivos governos – inclusive o atual – mantêm a opção pelo agro e hidronegócio.
 O Brasil, como um país rico em terra, água, bens naturais e biodiversidade, atrai o capital especulativo e agroexportador, acirrando os impactos negativos sobre os territórios e populações indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais e camponesas. Externamente, o Brasil vem se tornando alavanca do projeto neocolonizador, expandindo este modelo para outros países, especialmente na América Latina e África. Torna-se indispensável um projeto de vida e trabalho para a produção de alimentos saudáveis em escala suficiente para atender as necessidades da sociedade, que respeite a natureza e gere dignidade no campo. Ao mesmo tempo, o resgate e fortalecimento dos campesinatos, a defesa e recuperação das suas culturas e saberes se faz necessário para projetos alternativos de desenvolvimento e sociedade. Diante disto, afirmamos:
 1) a reforma agrária como política essencial de desenvolvimento justo, popular, solidário e sustentável, pressupondo mudança na estrutura fundiária, democratização do acesso à terra, respeito aos territórios e garantia da reprodução social dos povos do campo, das águas e das florestas.
 2) a soberania territorial, que compreende o poder e a autonomia dos povos em proteger e defender livremente os bens comuns e o espaço social e de luta que ocupam e estabelecem suas relações e modos de vida, desenvolvendo diferentes culturas e formas de produção e reprodução, que marcam e dão identidade ao território.
 3) a soberania alimentar como o direito dos povos a definir suas próprias políticas e estratégias sustentáveis de produção, distribuição e consumo de alimentos que garantam o direito à alimentação adequada a toda a população, respeitando suas culturas e a diversidade dos jeitos de produzir, comercializar e gerir estes processos.
 4) a agroecologia como base para a sustentabilidade e organização social e produtiva da agricultura familiar e camponesa, em oposição ao modelo do agronegócio. A agroecologia é um modo de produzir e se relacionar na agricultura, que preserva a biodiversidade, os ecossistemas e o patrimônio genético, que produz alimentos saudáveis, livre de transgênicos e agrotóxicos, que valoriza saberes e culturas dos povos do campo, das águas e das florestas e defende a vida.
 5) a centralidade da agricultura familiar e camponesa e de formas tradicionais de produção e o seu fortalecimento por meio de políticas públicas estruturantes, como fomento e crédito subsidiado e adequado as realidades; assistência técnica baseada nos princípios agroecológicos; pesquisa que reconheça e incorpore os saberes tradicionais; formação, especialmente da juventude; incentivo à cooperação, agroindustrialização e comercialização.
 6) a necessidade de relações igualitárias, de reconhecimento e respeito mútuo, especialmente em relação às mulheres, superando a divisão sexual do trabalho e o poder patriarcal e combatendo todos os tipos de violência.
 7) a soberania energética como um direito dos povos, o que demanda o controle social sobre as fontes, produção e distribuição de energia, alterando o atual modelo energético brasileiro.
 8) a educação do campo, indígena e quilombola como ferramentas estratégicas para a emancipação dos sujeitos, que surgem das experiências de luta pelo direito à educação e por um projeto político-pedagógico vinculado aos interesses da classe trabalhadora. Elas se contrapõem à educação rural, que tem como objetivo auxiliar um projeto de agricultura e sociedade subordinada aos interesses do capital, que submete a educação escolar à preparação de mão-de-obra minimamente qualificada e barata e que escraviza trabalhadores e trabalhadoras no sistema de produção de monocultura.
 9) a necessidade de democratização dos meios de comunicação, hoje concentrados em poucas famílias e a serviço do projeto capitalista concentrador, que criminalizam os movimentos e organizações sociais do campo, das águas e das florestas.
 10) a necessidade do reconhecimento pelo Estado dos direitos das populações atingidas por grandes projetos, assegurando a consulta livre, prévia e informada e a reparação nos casos de violação de direitos.
Nos comprometemos:
 1 a fortalecer as organizações sociais e a intensificar o processo de unidade entre os trabalhadores e trabalhadoras, povos do campo, das águas e das florestas, colocando como centro a luta de classes e o enfrentamento ao inimigo comum, o capital e sua expressão atual no campo, o agro e hidronegócio.
 2 a ampliar a unidade nos próximos períodos, construindo pautas comuns e processos unitários de luta pela realização da reforma agrária, pela reconhecimento, titulação, demarcação e desintrusão das terras indígena, dos territórios quilombolas e de comunidades tradicionais, garantindo direitos territoriais, dignidade e autonomia.
 3 a fortalecer a luta pela reforma agrária como bandeira unitária dos trabalhadores e trabalhadoras e povos do campo, das águas e das florestas.
 4 a construir e fortalecer alianças entre sujeitos do campo e da cidade, em nível nacional e internacional, em estratégias de classe contra o capital e em defesa de uma sociedade justa, igualitária, solidária e sustentável.
5 a lutar pela transição agroecológica massiva, contra os agrotóxicos, pela produção de alimentos saudáveis, pela soberania alimentar, em defesa da biodiversidade e das sementes.
 6 a construir uma agenda comum para rediscutir os critérios de construção, acesso, abrangência, caráter e controle social sobre as políticas públicas, a exemplo do PRONAF, PNAE, PAA, PRONERA, PRONACAMPO, pesquisa e extensão, dentre outras, voltadas para os povos do campo, das águas e das florestas.
 7 a fortalecer a luta das mulheres por direitos, pela igualdade e pelo fim da violência.
 8 a ampliar o reconhecimento da importância estratégica da juventude na dinâmica do desenvolvimento e na reprodução social dos povos do campo, das águas e das florestas.
 9 a lutar por mudanças no atual modelo de produção pautado nos petro-dependentes, de alto consumo energético.
 10 a combater e denunciar a violência e a impunidade no campo e a criminalização das lideranças e movimentos sociais, promovidas pelos agentes públicos e privados.
 11 a lutar pelo reconhecimento da responsabilidade do Estado sobre a morte e desaparecimento forçado de camponeses, bem como os direitos de reparação aos seus familiares, com a criação de uma comissão camponesa pela anistia, memória, verdade e justiça para incidir nos trabalhos da Comissão Especial sobre mortos e desaparecidos políticos, visando a inclusão de todos afetados pela repressão.
 Nós, trabalhadores e trabalhadoras, povos do campo, das águas e das florestas exigimos o redirecionamento das políticas e ações do Estado brasileiro, pois o campo não suporta mais. Seguiremos em marcha, mobilizados em unidade e luta e, no combate ao nosso inimigo comum, construiremos um País e uma sociedade justa, solidária e sustentável.
 Brasília, 22 de agosto de 2012.
 Associação das Casas Familiares Rurais (ARCAFAR)
 Associação das Mulheres do Brasil (AMB)
Associação Brasileira de Reforma Agrária (ABRA)
Associação Brasileira dos Estudantes de Engenharia Florestal (ABEEF)
Articulação Nacional de Agroecologia (ANA)
Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB)
Conselho Indigenista Missionário (CIMI)
 CARITAS
 Brasileira Coordenação Nacional dos Quilombolas (CONAQ)
 Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG)
Comissão Pastoral da Pesca (CPP)
Comissão Pastoral da Terra (CPT)
Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB)
Central Única dos Trabalhadores (CUT)
Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB)
Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar (FETRAF)
FASE
Greenpeace
INESC
 Marcha Mundial das Mulheres (MMM)
Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB)
Movimento Camponês Popular (MCP)
Movimento das Mulheres Camponesas (MMC)
Movimento das Mulheres Trabalhadoras Rurais do Nordeste (MMTR-NE)
Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais (MPP)
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
 Movimento Interestadual das Mulheres Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB)
Oxfam Brasil
 Pastoral da Juventude Rural (PJR)
Plataforma Dhesca Rede Cefas Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (SINPAF)
 SINPRO DF
Terra de Direitos Unicafes
 VIA CAMPESINA BRASIL
 FONTE: http://www.abong.org.br/informes.php?id=5624&it=5628

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